O eficiente lateral-direito Salário, consagrado no futebol amador, ficou cinco meses encostado no Paraná Clube, sem qualquer chance de mostrar seu futebol no profissionalismo. Reverteu para o amadorismo onde é apontado, todos os anos, como o melhor jogador de sua posição.
“Minha aparição no futebol de campo aconteceu no ano de 1988 (com meus treze anos) quando eu defendia simultaneamente duas equipes de várzea. Jogava num domingo pelo Internacional de Uberaba e no outro pelo Ouro Verde. Fazia isso para agradar os técnicos Alcides e Maia, que disputavam minha presença nos jogos.
Marinho Lima (naquele mesmo ano) me convidou para jogar no time de Cobrinhas do São Vicente.
Em 1993 fui para o time de juniores do Vila Fani, ainda sob o comando de Marinho Lima. Foi ali que alcancei meu primeiro título de campeão. Depois do bicampeonato pelo Fani, em 95 defendi o time de juniores do Santa Quitéria, comandado pelo técnico Tito Rodrigues. No time de aspirantes em 96, conquistei o título da categoria numa decisão com o União Barigüi. Roberto Costa, treinador da equipe principal, me promoveu para o time principal e meu futebol começou a aparecer para a crônica especializada. No fim do ano ganhei meu primeiro Troféu Gralha Azul que guardo com muito carinho.
A pedido do Emílio Faria e técnico Chiquinho, com aval do presidente Wilson Dias, assinei com o Vila Hauer para a temporada de 1997. Mais um troféu Gralha Azul no final da temporada. Em 98 disputamos o título com o Combate Barreirinha. Vice da Suburbana e da Taça Paraná. Ganhei meu primeiro troféu Bola de Ouro. Em 1999 fizemos uma final eletrizante com o Capão Raso. Ganhamos o título lá no campo do adversário e com dez jogadores, porque James foi expulso pelo árbitro.
No segundo semestre defendi o Vasco da Gama na Copa Folha de Tamandaré. Ganhamos o título sob o comando do técnico Bodinho. De 1995 a 1999 defendi o Vila Sofia no Peladão da Tribuna (quatro títulos consecutivos). No ano 2000, convidado pelo Marinho, fui jogar no famoso time do Renove de Fazenda Rio Grande. Campeão da Liga, da Copa Folha e da série A-III da Federação (invicto). Fui premiado como o jogador mais regular do clube naquela temporada. Fiz um grande campeonato pelo Capão Raso em 2001. Ganhei mais um Troféu Bola de Ouro mas não conquistamos o título.
Minha aventura no profissionalismo não passou de cinco meses no Paraná Clube em 2002. Como não tive oportunidade, retornei para o futebol amador da Suburbana assinando com o Renovicente. Ganhamos o título da 1.ª divisão contra o Vasco e a promoção para a divisão especial. No final do ano, além de receber o 4.º Troféu Bola de Ouro, fui defender o Milan, campeão da Copa São José, por indicação do dirigente desportista Kosileki. Em 2003, sob o comando do Joel Silva, fui campeão invicto na Liga de São José dos Pinhais pelo Milan. Fui premiado com a 1.ª Bola de Ouro daquela cidade.
Em três anos consecutivos fui campeão pelo Sindaspp no peladão da Tribuna do Paraná. Este ano, defendendo o Independente na Copa Folha de Tamandaré, sagrei-me campeão. Na Liga de São José repetimos o feito, sob o comando de Ziquita. Nas horas vagas participei de torneios de futebol sintético.
Aos 29 anos de idade e muito futebol pela frente, já consegui 13 títulos de futebol de campo, 7 de futebol de areia e um no futebol sintético.”
Nome completo: Cleverson Vidal da Silva. Apelido: Salário. Nascido em Curitiba dia 31 de março de 1975. Posição: lateral-direito. 29 anos.
À procura de amistosos
Regina, diretora do Renovicente, está solicitando aos clubes interessados em realizar jogos amistosos nas categorias de juniores e adultos para entrar em contato pelo telefone 9102-1259. Marcação de jogos para os sábados 9, 16 e 23 de outubro. O Renovicente está se preparando para participar da Copa Folha de Tamandaré, que deverá começar em novembro.
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Duas partidas estão programadas para esta quinta-feira (amanhã), no Estádio Egídio Pietrobelli (Santa Felicidade): União Ahu x Olimpique às 19 horas e Iguaçu x Uberlândia (21 horas). Jogos pela 2.ª rodada da segunda fase da Copa Integração de juniores (antecipação de comum acordo).