O jogador Alci, mais conhecido como Batata, ingressou no Iguaçu com o objetivo de ajudar o clube alvinegro a resgatar sua posição na divisão especial, mas, por pequenos detalhes, não viu seu sonho realizado. O time foi até a fase semifinal e não passou pelo São Paulo. A esperança se renova para a próxima temporada.
A brilhante carreira começou no ano de 1985, onde fez aprendizado na escolinha do professor José Esguarize na cidade de Coronel Vivida. Veio para Curitiba e, em 1990, com sua habilidade e excelente porte físico, ingressou na categoria de juniores do Atlético Paranaense, onde começou a despertar as atenções dos olheiros do nosso futebol.
Foi indicado a defender as cores do Pato Branco, onde conquistou um título de juniores em 1992. Voltou à sua cidade natal, Coronel Vivida, ganhando mais um título da categoria em 1994. Desceu a serra em 95 e, em seu último ano de júnior, foi defender o Alto Vale de Santa Catarina, somando mais um título da categoria.
Profissionalizou-se em 95, no Alto Vale, e em 1997 foi contratado pelo Francisco Beltrão, em sua volta ao futebol paranaense. No ano seguinte defendeu o Coronel Vivida. Fixando residência em Curitiba, resolveu reverter de categoria para o amador, disputando pelo Imperial, onde o tricolor do Mossunguê obteve o vice-campeonato.
O presidente Franco o levou para o Barigüi, que na temporada de 2000 armou uma verdadeira seleção de craques. No ano de 2001 integrou a equipe do Bangu e teve oportunidade de marcar cinco gols na vitória sobre o Uberlândia, dando um título de campeão da 1.ª divisão para o rubro-negro do presidente Ronaldo. Ainda em 2001 participou do sul-brasileiro, incorporado ao elenco do Combate Barreirinha. E, para finalizar com chave de ouro aquele ano, disputou o interclubes pelo Vila Hauer (vice-campeão). Envergou a camisa alvinegra do Iguaçu nas temporadas de 2002 e 2003, sempre destacando-se como um jogador de inegáveis qualidades técnicas.
Nome completo: Alci Inácio de Lima. Apelido: Batata. Nasceu em Coronel Vivida (PR), no dia 9 de outubro de 1976. É meia-atacante e tem 1,68m de altura. Títulos: juniores pelo Pato Branco, Coronel Vivida e Alto Vale. Adulto pelo Bangu, de Curitiba, e dois vices (interclubes pelo Vila Hauer e 1.ª divisão pelo Imperial).
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Paulistinha, de Campina Grande do Sul. Diretores e atletas campeões de 2003:
Presidente: Toninho. Vice: Ademir. 1.º secretário: Marco Antônio. Tesoureiro: Sidimárcio. Vice: Daniel. Diretor-social: Alencar Bossardi. Diretor de futebol: Luiz. Técnico: Orlando. Massagista: Laudiano. Elenco: Nil, Gabi, Chupeta, Ike, Fré, Co, Ande, Nelsinho, Luciano, Muller, Mirandinha, Carlinhos, Ademirzinho, Valtinho, Galeno, Marco, Jamil e Ivo.
O Grêmio Esportivo Capivari-Cachoeira obteve o vice-campeonato com o seguinte elenco: Celson, Paulinho, Ferrarine, Rock, André, Dodô, Renato, Jairo, Alex, Léo, Ferpa, Gabiru. João, Omar, Nilson, Daniel, Márcio e Cristiano. Presidente: Olmir. Diretor de Esportes: Edson Sitili. Técnico: Pedrinho.
Goleiro menos vazado: Nil, do Paulistinha. Artilheiro: Mirandinha, também do Paulistinha, com 15 gols.
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A solenidade de entrega de troféus e medalhas do campeonato de juniores de São José dos Pinhais, realizada no Restaurante Nativo, teve os seguintes contemplados:
Craque: Neto, do Milan. Artilheiro: Marco Antônio, do Clube do Lago. Goleiro menos vazado: Wlade, do Milan. Técnico: Marquinhos, do Milan. Troféu disciplina: Nayme FC. Dirigente: Azilar Decker, do Mixto. Personagem de destaque: sra. Vilma, do Trovão Azul.
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Um abraço ao Sebastião Nazareno Pereira, leitor assíduo da Tribuna.