?Comecei a gostar da posição de goleiro quando tinha 11 anos e morava num condomínio da Avenida Água Verde.
Em 1986, fui levado até a Vila Olímpica do Boqueirão onde fiz testes na categoria de cobrinhas e o professor Osni me aprovou, integrando-me ao elenco do Pinheiros.
Fui jogar no time de cobrinhas do Coritiba, comandado pelo professor Miro, em 1987, onde conquistei meu primeiro título. Em 1988, fui aceito pelo professor Nascimento e o técnico Zequinha no juvenil do Atlético. No ano seguinte, eu já estava na seleção paranaense de juniores que disputou o campeonato nacional da categoria em Brasília. Ao lado de Neneca, Luciano, Léo, Erminho e outros fui vice-campeão brasileiro.
Ainda na categoria de juniores assinei com o Operário Pilarzinho no ano de 1990 e no ano seguinte defendi o Flamengo, do Monte Bérico (Santa Felicidade). Em 1991, vesti a camisa número um do Imperial do Mossunguê.
Participando da Copa Pinheirão, sob o comando do técnico Jorginho, levantamos o título numa decisão com o Combate Barreirinha. Perdemos a primeira por um a zero, mas vencemos a segunda por 2×0. Empatamos na prorrogação e vencemos nas penalidades. Fui aclamado como o herói daquela decisão pegando nada menos do que quatro penalidades. Na última, a bola bateu na trave e saiu para fora. Não tomei nenhum gol e fui carregado em triunfo após aquela conquista. No final do ano fui contratado para jogar no Comercial de Cornélio Procópio. Divisão de acesso do futebol paranaense. Fui titular do Engenheiro Beltrão em 1994. Em 95, defendi o Ituano do futebol paulista, passando em seguida para o Noroeste de Bauru.
Em 1997, integrei o elenco do Batel de Guarapuava. Fizemos boa campanha na 2.ª divisão paranaense. O time licenciou-se em 98 e voltei para Curitiba, sem vontade para continuar jogando futebol oficial e sim, aceitei um convite do Eros Matozzo para iniciar a função de preparador de goleiros. Apresentei-me na comissão de base do Coritiba trabalhando com Tostão, Amaral e Serginho nas escolinhas do clube. Em 2001, Nivaldo Andrade formou a 1.ª escolinha do São Caetano e me levou para trabalhar os novos talentos durante seis meses no ABC paulista, aprimorando meus conhecimentos.
Em 2003, trabalhei nas categorias de base do Vila Hauer, campeão sul-brasileiro em São Bento do Sul. Tive a satisfação de preparar e revelar vários bons goleiros para o futebol profissional."
Nome completo: Fábio Sequinel. Nascido em Curitiba, dia 2 de abril de 1972 (33 anos). Posição: Goleiro. Hoje preparador de goleiros. (Entrevista concedida ao colaborador Mussum).
Troféu Bola de Ouro (1.ª parcial)
1 – Valdecir, Marcelo Valença e Vanderlei. 2 – Henrique, Pelezinho e Salário. 3 – Maciel, Paulo Sérgio e Fabrício, 4 – Eri, Faísca e Cid. 5 – Paulinho, Wellington e Anderson. 6 – Sauro, Harrison e Sapo. 7 – Marcão, Catatal e Pelezinho (Renov), 8 – Jatobá, Douglas e Zuca. 9 – Nando, Nika e Oberdan. 10 – Palhinha, Valdir Ba e Juninho. 11 – Odair, Pila e Lindomar. Téc.: Ivo Petry. A seleção vai se apresentar na festividade de aniversário do Iguaçu dia 6 de junho. Organizador: Taíco.
Lapa
Resultados da 2.ª rodada: Avaí 1×1 Água Azul. (prel.: 2×5), Bosch 1×1 União Iguaçu (prel.: 2×2) e Palmital 1×0 Botafogo (prel.: 2×2).