Amilton, um lapidador de craques

Amilton Nofke sempre se destacou como um autêntico descobridor de futuros craques, ao mesmo tempo em que em sua carreira de treinador fazia muitas amizades e ia colecionando títulos nas categorias de base. Sua história pode ser resumida no seguinte:

Foi na Capital da Louça (Campo Largo), que, com meus 25 anos de idade, disputei como jogador o campeonato da 2.ª divisão campo-larguense de futebol pelo extinto Trieste, de Santa Helena. Fomos campeões numa disputa final com o timão da Porcelana Steatita, em 1965. Em 1970, a diretoria do Educandário de Campo Comprido me contratou para ensinar os garotos internos a jogar futebol e os guris somente acumularam vitórias em suas apresentações durante os cinco anos em que estive por lá. Em 1975, recebi convite da diretoria do Pinheiros para ser técnico das categorias de base e, para consolidar minha nova profissão, conquistei com eles o tricampeonato juvenil e, pelo infanto, um título máximo. Título repetido em 1976 com a equipe infanto-juvenil. Os títulos continuaram em 1977. Tetra juvenil e tri no infanto. Em 1978, participando da Copa Demari, organizada pela FPF, fui campeão na categoria dente-de-leite e campeão pelo Torneio Rádio Marumbi-Sesi. Na Copa Diário Popular, mais um título em 1979. O maior título viria em 1980, quando, com o time de juniores do Pinheiros, levantei a famosa Copa Tribuna. Em 1981: tetra infanto-juvenil e bi da Copa Clemente Comanduli. Mais títulos em 1982: bicampeão da Copa Tribuna, tri da Copa Diário Popular e campeão da zona sul de juniores pelo Pinheiros. Tri e tetracampeão da Copa Tribuna nos anos seguintes. Foi em 1984 que o jogador Baianinho teve uma perna fraturada e iria ser dispensado pelo Colorado. Acreditei na recuperação do jogador e o trouxe para defender o Pinheiros, onde ele recebeu todo o apoio necessário naquela hora difícil. Em 1985 findou meu ciclo de trabalho no Pinheiros, com a glória de conquistar o título estadual de juniores, num jogo na cidade de Toledo. Como fato curioso, os jogadores não puderam usar a piscina do hotel, que era destinada apenas aos hóspedes. Fui contratado pelo Atlético Paranaense em 1986, para comandar o time de juniores. Naquela temporada, jogávamos com o Colorado lá no norte e houve briga generalizada, antes de terminar o primeiro tempo. O time local queria ganhar o jogo de qualquer maneira. O árbitro Amoreti Cruz foi a vítima preferida. Apanhou bastante. Mesmo assim, ele resolveu apitar o segundo tempo, porém me chamou e disse que, para sairmos vivos de lá, era preciso facilitar as coisas para o time adversário. A situação era perigosa. Então determinei que o arqueiro Tedeski deixasse a bola passar, mas o time local não conseguia chegar ao nosso gol, obtendo apenas o empate. O gol da vitória estava difícil de acontecer. Numa bola fácil, depois de um escanteio, o Tedeski atendeu meu pedido e jogou-a para dentro do gol. Saímos ilesos?.

Amilton Nofke brilhou intensamente na suburbana, orientando o Vila Fani, Vila Hauer, Nacional e retornou ao time faniense, onde continua sua brilhante carreira. Ganhou nome também no interior de São Paulo, orientando o time de Lençóis Paulista. Nome completo: Hamilton Joel Nofke. Nascido em Curitiba, dia 7 de dezembro de 1940, jogava de centroavante, antes de tornar-se técnico de futebol. Entrevista concedida ao colaborador Mussum.

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Amanhã, Arbesc e Vasco da Gama jogam amistosamente no Estádio José Drula Sobrinho, pertencente ao Nova Orleans.

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O Nova Orleans está iniciando suas atividades esportivas, aceitando convites para jogos amistosos. Telefones para contato: 372-3797 ou 372-9761, com o Wilson.

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O campeonato de Tatuquara, iniciado em 5 de maio de 2003, com 24 times, vai conhecer no próximo domingo os quatro semifinalistas. Coordenador: Marcos Nascimento, da Acelt. Sábado serão disputadas as partidas de volta da fase semifinal de masters.

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