?Em 1956, comecei a jogar futebol, com apenas 13 anos, no time do Fla. Em 1957, participei de uma peneirada no elenco infantil do Pirajibe do Prado Velho. Fui aprovado e o técnico Elói Pereira me lançou de zagueiro. O time fez sensação goleando os adversários por altas contagens e se manteve 48 partidas sem perder. A turma do Pirajibe passou a defender o infantil do Ferroviário. Dois anos depois, mesmo com idade para o infantil, ganhei posição no elenco juvenil. Perdemos a decisão para o Coritiba. Mário de Barros me fez uma excelente proposta para ingressar no juvenil do Atlético. Mesmo sendo boca-negra de coração, assinei e fui jogar na Baixada.

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Joguei também no time de aspirantes e fiquei no banco da equipe profissional algumas vezes. Antes de fazer o serviço militar e participar da famosa corrida do facho, disputei alguns título juvenis e da Copa Tribuna. Ao sair do exército, fui reintegrado ao elenco do Atlético, mas resolvi aceitar um convite para jogar no Trieste, da Suburbana, em 1964. Sob o comando do técnico Nenê disputamos o título com o Real e fomos campeões. Primeiro título triestino depois de vários vice-campeonatos. O bicampeonato aconteceu no ano seguinte, numa disputa com o Operário do Ahu.

Campeão também de aspirantes e da Taça Paraná em cima do Corinthians de Londrina. O primeiro de uma série de cinto títulos e a conquista definitiva da taça em 1971. Tenho a honra de ser o único jogador triestino a participar das cinco taças que tornaram o rubro-verde famoso em todo o Estado. Na decisão com o Loandense, em Santa Felicidade, marquei um dos gols do título. Eu era lateral-esquerdo e me transformei num ponteiro naquela oportunidade.

Em 1972 fui campeão do sesquicentenário de Santa Felicidade fazendo a final com o Santa Quitéria. Campeão de aspirantes em 1973. Em 1975, aceitei um convite do Bepite para jogar no rival Iguaçu. Por coincidência, decidimos o título com o próprio Trieste e perdemos, fato que me levou de volta para o Trieste em 1976, para ser campeão da 1.ª Divisão. Em 1978, o saudoso José Leite me convidou para jogar no Santa Quitéria, onde praticamente encerrei minha carreira de jogador, recebendo o apelido de Pingo de Ouro.

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Em 79, me tornei técnico do juvenil do Trieste e auxiliar da comissão técnica de adultos. Recebi o diploma de atleta do ano assinado por Rosilto Portela, Sidnei Campos e Levi Mulford. Fui treinador do Flamengo do Monte Bérico em 1992 e em 1994, recebi a carteira de benemérito da Federação Paranaense de Futebol. Hoje tenho orgulho de ser reconhecido por onde passo e elogiado por ter sido o primeiro lateral que se lançava no apoiamento ao ataque.

Em 1968, eu havia sido convidado para jogar no Iguaçu, mas resolvi ficar no rubro-verde. Surgiram comentários que eu tinha ganho muito dinheiro, mas assinei de graça e ganhei a recompensa no final da temporada, sendo apontado como o craque daquele ano.?

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Nome completo: Altair Ribas da Silva. Nascido em Campo do Tenente (PR) dia 11 de agosto de 1943 (61 anos). Posição: lateral e ponteiro-esquerdo. Casado com dona Marlene. Filhos: Anderson, Jeferson e Indianara. Um neto: Lucas.

Vai ser domingo o 8.º encontro da Velha Guarda do Bacacheri AC.

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Reunião sexta-feira às 20h dos clubes amadores com Leonides Drevek. Assuntos importantes em benefício do futebol suburbano.

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As comissões disciplinares das ligas devem ser compostas por um presidente, um procurador e quatro auditores. Mencionando em ofício ao presidente do TJD Bôrtolo Escorsin o nome dos membros para que sejam homologadas essas comissões. Apenas três ligas já providenciaram o acima exposto. a) Henrique Mehl (diretor do Departamento do Interior).