Daqui a dez anos, os Correios não vão entregar uma carta mas, sim, mercadorias compradas na Internet. Ah, e documentos serão digitais.

Daqui a dez anos, os shoppings centers não terão lojas, mas serão centros de gastronomia, entretenimento e serviços. Lembrem que disse que, cada vez mais, as compras serão online.

Daqui a dez anos, não serão mais construídas escolas de primeiro e segundo grau. Aliás, muitas hoje estão vazias e os aluninhos sendo remanejados para outras que possam concentrar mais crianças. A razão? É que a taxa de fecundidade está em 1,7 filho por brasileira, muito deferente de 50 anos atrás, quando era de 6,4 filhos em média.

Daqui a dez anos, São Paulo terá 15% da sua população com mais de 60 anos e vão faltar “creches” para idosos, pois os filhos não terão como cuidar deles na velhice.

As profissões estão mudando, surgindo especializações jamais imaginadas, o emprego mudou, quem trabalha em fábricas são robôs, o home office será a maioria das relações trabalhistas, transações bancárias são pelo computador, já se faz cirurgias à distância…. Pois bem, escrevi isso há mais de 2 anos.

Tudo que eu já constatava será intensificado com a pandemia.

Nada mais será como antes, mesmo.

Empresários, governantes, trabalhadores, consumidores vão experimentar uma nova e definitiva forma de se relacionar.

Sinceramente, acho que a mudança vai ser para melhor.