Nove anos depois da morte do pedreiro Alcides Cândido de Oliveira, cinco acusados do homicídio serão julgados hoje, a partir das 9h, no Tribunal de Justiça. O pedreiro, de 47 anos, foi assassinado no Fazendinha, em maio de 2001. Ele saiu de casa para pedir que jovens abaixassem o volume do som, na rua, porque sua filha, de 8 meses não conseguia dormir. Alcides foi apedrejado e morreu na frente da residência.
Mutirão
Com o objetivo de revisar e agilizar o trâmite de processos de presos, será lançado hoje, às 20h, o Mutirão Carcerário no Paraná. Advogados, juízes, promotores e servidores da Justiça vão se unir para analisar 30 mil processos em todo o estado, desde delegacias até penitenciárias. Há no Estado 37 mil presos.
Foice
Depois de passar o domingo bebendo com amigos, um homem, que não portava documento de identificação, foi morto com golpes de foice, na localidade de Paraguai, na zona rural de Mandirituba. O crime aconteceu por volta das 23h. Pouco tempo depois, uma equipe da Guarda Municipal prendeu Aldacir Pereira dos Santos, principal suspeito do crime e o encaminhou à delegacia de Fazenda Rio Grande.
Colisão
O açougueiro Adriano Márcio Santos da Silva, morreu por volta de 23h de domingo, ao bater a moto que pilotava de frente com o Peugeot 206, dirigido por Sérgio Szabo, 31 anos, na Rodovia dos Minérios, divisa com Almirante Tamandaré.
Pauladas
A polícia já tem pistas de quem matou Juliano Eisch, 22 anos. Ele foi agredido a pauladas na Rua Osvaldo Aranha, próximo ao Bosque Reinhard Maack, na Vila Hauer, em 6 de fevereiro, e morreu sábado, no Hospital Evangélico. O crime estaria relacionado a drogas.
Relatório
A Promotoria de Justiça de Ubiratã, no oeste do Paraná, encaminha hoje à Vara da Auditoria Militar de Curitiba relatório sobre os atos que resultaram no afastamento do então comandante da Polícia Militar da cidade, Márcio Nascimento da Silva. Ele foi preso em novembro do ano passado, em uma operação coordenada pela Promotoria de Justiça, com apoio do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Cascavel. Conforme apurado pelo Ministério Público, Silva seria responsável por um esquema de corrupção para a liberação de veículos apreendidos na cidade. À época, ele foi detido em flagrante por manter explosivos e munição de uso restrito no destacamento da PM de Ubiratã sem a devida justificativa. De acordo com a investigação do Ministério Público, o policial mandava apreender veículos aleatoriamente e depois exigia dinheiro para fazer a liberação. Atualmente, o acusado encontra-se aquartelado no 12.º Batalhão da Polícia Militar, na capital.