Um jovem (foto), aparentando 25 anos, conhecido por “Cachorrão”, foi encontrado morto com tiros na cabeça, por volta de 2h de ontem, na esquina da Rua Natureza com a Rua Alceu da Silva Oliveira, no São Francisco, em Araucária. Ele era visto pelos moradores locais, consumindo drogas na rua. Segundo policiais do 17.º BPM, o rapaz já havia sido preso algumas vezes, suspeito de roubos a residências.
Homicídio
José Ribamar Carvalho Ferreira, 23 anos, foi morto a tiros na Rua Jerônimo Mendes Santos, na Vila Maria Antonieta, em Pinhais, às 18h de domingo.
Investigação
Três dias depois de ter sido esfaqueado em frente à estação-tubo, na esquina das Avenida Sete de Setembro e Avenida Marechal Floriano, centro, o garçom Dinart Fernando Machado, 41 anos, morreu no Hospital Evangélico, na noite de domingo.
“Carteiros”
A Polícia Civil de Londrina procura dois assaltantes, que, na tarde de sexta-feira, foram filmados pelo sistema de segurança de uma empresa. A dupla trajava uniforme de carteiro e teve a entrada liberada. Os bandidos renderam os funcionários fugiram com R$ 7 mil, cheques e dois notebooks.
Maconha
A Força Samurai da Polícia Militar, juntamente com a Polícia Federal, apreendeu aproximadamente três toneladas de maconha em uma propriedade rural localizada próximo ao trevo de Itaipulândia, divisa com Missal, região Oeste, na noite de domingo. A droga foi encontrada após o recebimento de denúncias anônimas ainda na sexta-feira. O proprietário da chácara, Valmir Inácio Wenblung, de 35 anos, foi preso. Com base no valor pelo qual a maconha é revendida pelos traficantes em São Paulo, de R$ 600 a R$ 1 mil o quilo, a carga apreendida poderia render de R$ 1,8 milhão a R$ 3 milhões.
Pedofilia
O Juízo da 2.ª Vara Federal Criminal de Curitiba condenou quatro pessoas acusadas pelo Ministério Público Federal de crimes de pedofilia. Dois acusados foram condenados a oito anos, dez meses e vinte dias de reclusão, outro acusado, a seis anos e sete meses de reclusão, e o quarto acusado, a três anos e sete meses de pena de prestação de serviço e a se submeter compulsoriamente a tratamento psicológico ou psiquiátrico. Em síntese, os acusados produziam e transmitiam pela internet vídeos e fotos de pornografia infanto-juvenil. Os nomes não foram divulgados pela Justiça Federal.