Plantão de Sexta – 13/02

Guilherme de Oliveira, 24 anos, conhecido como “Jesus”, foi preso anteontem por mandado de prisão. Ele era investigado pelo 3.º DP (Mercês), por conta das várias denúncias no telefone 181. Na casa dele, foram recolhidos uma pistola 380, uma bucha grande de cocaína, vários relógios, jóias, bijuterias e uma máquina fotográfica digital.

Cassino

Policiais do Pelotão de Motos, do 12.º BPM, estouraram um cassino, no 2.º andar de um edifício da Rua Saldanha Marinho, centro, quarta-feira à noite. Quatro pessoas assinaram termo circunstanciado por jogos de azar. Oito máquinas caça-níqueis, mesas de carteado, baralhos, fichas de jogos e um caderno com apostas foram apreendidos.

Cadeia

Os 16 presos que estavam no 1.º DP (centro) tentaram fugir quarta-feira à noite. Eles arrancaram uma barra de ferro da porta do xadrez. Preparavam-se para tirar outra quando os plantonistas notaram a ação pelas câmeras instaladas nas celas. Reforços das Polícias Civil e Militar controlaram a confusão. Semana passada, 15 presos fugiram do 1.º DP. Nove já foram recapturados.

Fuga

Uma presa do Centro de Tiragem I, no centro, conseguiu fugir enquanto recebia atendimento médico, segunda-feira à tarde. Reclamando de dores na barriga, ela foi levada ao Posto de Saúde do Centenário, ao lado de onde mora, a Vila Trindade, no Cajuru. No meio do atendimento, ela pediu para ir ao banheiro e escapou pela janela do sanitário.

Assalto

O escritor Lelington Lobo Franco sofreu um sequestro relâmpago, terça-feira à tarde. Quando ele saia do Bradesco, nas Mercês, três homens armados o abordaram. Arrancaram a esposa dele do carro e o colocaram no lugar dela. Rodaram com o escritor pela cidade, até abandoná-lo no Bigorrilho, levando apenas dinheiro e cartões de banco.

Medicamentos

A Polícia Federal (PF), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Civil apreenderam 22 toneladas de medicamentos produzidos de forma irregular nas cidades de Mandaguari e Maringá. Cinco pessoas foram presas. Segundo a PF, os medicamentos fitoterápicos não tinham registros na Anvisa e no Ministério da Saúde. Foram autuadas as empresas Nutrilite, Nutrivida, Unilife, por não ter autorização para funcionamento. Os remédios eram usados para tratamento de depressão, emagrecimento e contra impotência sexual.

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