Uma relojoaria foi assaltada no início da manhã de ontem, na Avenida República Argentina, Portão. Os bandidos levaram dinheiro, joias, óculos e um revólver calibre 38, pertencente ao proprietário da loja. De acordo com o boletim registrado pela Polícia Militar, o roubo foi por volta das 8h. Dois homens, um deles armado, entraram no estabelecimento, renderam o proprietário e recolheram os valores. Encontraram a arma no balcão. Depois, fugiram a pé. A PM não encontrou os assaltantes.
Travesti
O empresário Enedir José Rosa da Silva, 56, e seu filho apresentaram-se ontem na Delegacia de Homicídios. O empresário é acusado de tentar matar o travesti Douglas Peres Oliveira, 24, na noite de terça-feira, no Bom Retiro. Até o início da noite, o delegado Sivanei de Almeida Gomes ouvia os suspeitos, que foram liberados. Sivanei deverá comentar os depoimentos na segunda-feira.
Roubo
Lucas da Rocha Domingues, 20, e Michel Pereira Santana, 21, foram detidos em flagrante na quarta-feira, com um revólver calibre 38 e um Celta, roubado momentos antes. A dupla foi abordada pela Patrulha Escolar Comunitária, da PM, nos arredores da Escola Estadual Castelo Branco, em Pinhais, e foram levados à delegacia local.
Trânsito
Jianluca Bertoni da Silveira foi preso ontem em Matinhos, acusado de tentativa de homicídio. Em agosto, Jianluca bateu seu Peugeot 307 na traseira de um Kadett, na CIC. Os motoristas discutiram, mas foram cada um para seu lado. Mais tarde, os dois se reencontraram no trânsito e Jianluca atirou contra o Kadett. A vítima não foi ferida, mas registrou queixa.
Linchado
Um homem de 50 anos morreu por volta das 23h45 de quinta-feira, depois de ser agredido por três moradores do Jardim Canadá, em Paranavaí, no noroeste do Estado. De acordo com a Polícia Militar, a agressão aconteceu às 20h, porque a vítima, que estava bêbada, teria assediado verbalmente uma menina de 9 anos que passeava com a avó.
Wilson Bueno
O juiz da 2.ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba, ouviu na quinta-feira (4), mais seis testemunhas do caso de assassinato do escritor e jornalista Wilson Bueno, crime ocorrido na residência da vítima, em 31 de maio passado. Emidio Bueno Marques, primo do escritor, e o advogado Pedro Octávio Gomes de Oliveira, prestaram testemunhos importantes à defesa, conforme avaliação dos advogados do acusado Cleverson Schmitti, 19 anos. Além deles foram ouvidos um funcionário da boate gay em que Bueno e Cleverson se conheceram; o irmão adotivo do escritor; o escrivão que lavrou o flagrante e um tio do acusado. Nova audiência foi marcada para o dia 6 de dezembro.