Alex do Rosário, 22 anos, foi assassinado pouco antes das 17h de ontem, na Rua Santos Possoli, Conjunto Palmeira, Tatuquara. Ele conversava com três indivíduos, quando um deles puxou arma e acertou quatro tiros no rapaz.
Noitada
Tiros mataram Bruno Robson de Souza, 20 anos, na madrugada de quinta-feira, no bairro Ouro Verde, em Campo Largo. O corpo dele ficou caído às margens do quilômetro 115 da BR-277, ao lado de uma casa noturna.
Balaço
O pedreiro Gilson Santos da Silva, 37 anos, morreu quinta-feira no Hospital do Trabalhador. Ele estava internado desde a noite de 12 de janeiro, quando foi baleado na Rua Desembargador Cid Campelo, próximo à Rua Victorino Chanoski, CIC. Familiares contaram que ele levou um tiro no pescoço, mas não souberam dizer o motivo do crime.
Mistério
Um homem morreu na madrugada de quinta-feira, no Hospital Cajuru, vítima de tiros. Ele permanece sem identificação no IML. Ainda não há informações sobre o crime e a polícia aguarda a identificação da vítima para e começar às investigações.
Postinho
Jeferson Vieira de Novaes, 35 anos, morreu na manhã de quinta-feira. Ele foi ferido nas proximidades do Posto de Saúde do Boa Vista, e, na tentativa de salvá-lo, seus amigos o levaram até a unidade de saúde, mas ele não resistiu.
Virilha
As ameaças que o usuário de drogas Daniel Santiago de Souza Filho, 21 anos, recebeu nos últimos dias, foram cumpridas na madrugada de ontem. Ele foi baleado na virilha e morreu na hora. O crime aconteceu por volta de 4h de ontem, na Rua Antônio Lusa, Vila Nossa Senhora da Luz, CIC. Segundo testemunhas, que não quiseram se identificar, na terça-feira, bandidos já tinham tentado matar o rapaz.
Medicamento
O juízo federal da Subseção Judiciária de Francisco Beltrão, no interior do Paraná, condenou a União e o Estado do Paraná a fornecer uma caixa por mês do medicamento Entecavir/Baraclude, por tempo indeterminado, para um portador de hepatite crônica do tipo B. O tratamento da doença possui custo elevado e o medicamento indicado para o paciente em questão não pode ser substituído de forma equivalente pelo que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece, com risco de evolução da moléstia para um quadro fatal. A União e o Estado do Paraná ainda podem recorrer da decisão.