Com ou sem calcinha, eis a questão!

Tenho visto em jornais e revistas muitas artistas brasileiras e estrangeiras abolindo o uso da calcinha, sendo surpreendidas sem este item do vestuário feminino até em festas. Portanto, cabe comentar que este “novo hábito” pode trazer bons e maus resultados para a saúde da região íntima.

O genital, vulva e vagina, tem estrategicamente uma flora organizada para impedir que qualquer invasor possa provocar problemas, mantendo a acidez, que cria um ambiente hostil para os agentes bacterianos e fúngicos. E isto tudo depende da higiene e da regulação da umidade genital.

Poucas pessoas sabem que a vagina possui glândulas sebáceas que produzem uma secreção (umidade) que, em contato com o tecido da calcinha e com o próprio ar, produz uma reação química, exalando cheiro característico. Isto, quando excessivo, mesmo não tendo causa infecciosa, incomoda muito as mulheres.

Já sabemos que tecidos sintéticos costumam aumentar a transpiração quando comparados ao “velho conhecido” algodão. A umidade, portanto, claramente é o principal fator implicado como causador dos desequilíbrios vaginais. Logo, reduzir o tempo de uso da calcinha reflete em melhores condições vaginais.

Então, podemos concluir que não existem problemas para a saúde da mulher que opta por não usar calcinha. Ela, na verdade, serve como proteção contra o atrito de tecidos mais grosseiros ou muito apertados. O resto vai mesmo de quão confortável será para cada mulher usar ou não esta peça íntima de uso já consagrado no vestuário.

Grupos de WhatsApp da Tribuna
Receba Notícias no seu WhatsApp!
Receba as notícias do seu bairro e do seu time pelo WhatsApp.
Participe dos Grupos da Tribuna