Geralmente a vergonha representa aquilo que (“no fundo”) a pessoa tem medo e pensa sobre si. Se pensar que não é “boa” o suficiente, que está sempre errando em algo, poderá ficar ansiosa, com medo de falhar e de não ser aceita. É importante reconhecer quais são os pensamentos e “crenças” que levam à timidez e paralisam:

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– Quando você sente vergonha?

– Em que momentos? São situações que lembram algo negativo, que se sente avaliado, ou quando está com pessoas que considera de sucesso ou inteligentes?

– Por que está se sentindo desse jeito?

 Todos cometem erros, não há nada de anormal nisso. Não existem pessoas perfeitas. O interessante é aprender com os seus “erros”, e em seguida, jogar essa “mala de erros” fora.

Não se menospreze e nem se desvalorize

Autopiedade e pensamentos negativos sobre si, só irão te paralisar e manter você refém de seus medos. Não “alimente” sentimentos negativos sobre você, “corte” os pensamentos autodestrutivos. Nem sempre é possível ser aceito por todos. A rejeição faz parte da vida, não tem como agradar “gregos e troianos”. Aquele que sempre busca ser “querido” por todos, no final, acaba se anulando e se frustrando de um jeito ou de outro.

Conheça os seus potenciais, suas qualidades. Invista em você, em pensamentos que possam te ajudar a ter ações positivas. Sinta-se capaz de melhorar. A confiança está em se aceitar e se valorizar. Aprenda a se amar. Trate-se com respeito, diga a si mesmo coisas boas e bonitas.

A timidez e vergonha te prejudicam? Pergunte-se!

O quanto a timidez e a vergonha prejudicam sua vida e suas relações pessoais e profissionais? A vontade de mudar e melhorar devem ser maiores do que o seu medo e vergonha.

Para você se sentir mais seguro, é necessário treinar, colocar-se diante das situações para desenvolver as suas habilidades sociais. Não existe “mágica”, é preciso treino e dedicação. Não se acomode, desafia-se. Não evite as oportunidades de você treinar suas habilidades sociais.

Pode começar se desafiar aos poucos, uma situação de cada vez. Vá a lugares que tem a ver com você, com pessoas que você possa ter afinidades. Quando chegar lá, relaxe e aproveite o momento. Antes de ir, pense, mentalize e visualize você sendo confiante e se sentindo confortável.

Caso a pessoa não consiga entender o que a faz sentir inferior, envergonhado, não conseguindo enfrentar essas barreiras, é fundamental o acompanhamento com o psicólogo.

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