Com 31 anos, a carioca Priscila Pedrita tem passado por “poucas e boas” no UFC. Integrante da organização desde o início de 2018, a atleta da PRVT ainda não venceu no Ultimate – são três derrotas consecutivas – e ainda conviveu com uma suspensão por caído no doping acidentalmente.

No ano passado, a brasileira se sentiu mal e tomou um remédio indicado pela mãe. Entretanto, um dos componentes da medicação era um tipo de diurético. Com isso, às vésperas do UFC São Paulo, ela testou positivo no doping. A suspensão foi de quatro meses.

“Foi um choque, eu não esperava. Fui tranquila para ser testada. Nunca fugi dos testes. Quando chegou o resultado, me assustei, faltava uma semana para a luta.
Mexeu comigo. É um dinheiro que a gente conta com aquilo. Estou iniciando no UFC e é uma quantia que temos que equilibrar, pois passamos sufoco. Foi um baque, mas não foi má intencionada. Eles entenderam meu lado”, destacou a carioca, em entrevista exclusiva à Tribuna do Paraná.

A nova oportunidade de recomeçar no UFC é neste sábado, quando ela abre o card do UFC Auckland contra a americana Shana Dobson. “A organização me trouxe essa opção e é uma boa para conquistar a primeira vitória, não subestimo, ela também está treinando para vencer. O meu psicológico me atrapalhou nos primeiros combates. Mas, desta vez, estou 100%. Vou mostrar a verdadeira Pedrita”, garantiu a brasileira.

Além dela, outro representante do Brasil no UFC Auckland é o paulista Marcos Pezão, que vai integrar o card principal do evento.

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