Foi, sem dúvidas, a maior noite da história do UFC. A edição de número 229, realizada no último sábado, em Las Vegas, nos Estados Unidos, foi repleta de lutas excelentes. Todo o mundo estava ansioso por esse evento. Principalmente, pelo duelo principal entre o russo Khabib Nurmagomedov e o irlandês Conor McGregor.

A “treta” entre os dois já é antiga. Quem não se lembra daquela confusão em que o irlandês e seus seguidores foram atacar o ônibus em que o russo estava. Na ocasião, McGregor acabou sendo preso. Porém, pagou uma indenização e acabou liberado. O fato ainda lesionou dois atletas que não tinham nada a ver com aquilo: Ray Borg e Michael Chiesa.

Parece que o fato só inflamou o que o Ultimate desejava. Um duelo entre Khabib Nurmagomedov e Conor McGregor renderia milhões à organização. E rendeu. Toda a semana pré-UFC 229 foi cercada de muita expectativa, encaradas eletrizantes e muita, mas muita grana. Porém, tudo isso acabou sendo deixado de lado por conta da pancadaria generalizada envolvendo os lutadores e seus companheiros de equipe.

Não há o que questionar. Muita gente pode falar que não tem como ter “sangue de barata” em momentos como esse. Entretanto, em um evento tão grande como o UFC 229, com milhões de pessoas assistindo de todos os cantos do planeta, é inadmissível a postura de todos os envolvidos. Foi uma mancha na história do MMA.

Resta saber quais as medidas que o UFC irá tomar. Por redes sociais, o russo pediu desculpas. Já o irlandês pediu uma revanche e disse que “a guerra continua”. Já a organização ainda não definiu se irá manter o cinturão peso-leve com Khabib, que, aliás, comprovou o seu favoritismo e derrotou McGregor por finalização no quarto round.

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