Encerrada a Copa do Mundo da Alemanha, a Fifa promoveu um teste de inteligência entre os principais atletas que participaram do torneio, para analisar o desenvolvimento mental dos atletas do futebol. O teste visou a mapear e identificar tendências para o futuro do futebol mundial, conforme o desempenho intelectual de cada representante das várias nações filiadas à Fifa.

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Reunidos na Suíça, um craque de cada país se submeteu a um pré-teste. Por exclusão, se chegou a uma final mais apurada, confrontando os atletas mais inteligentes atuando no futebol mundial.

O teste final teve a seguinte questão: cada finalista recebeu dois palitos de fósforo. Com esses dois palitos, o craque teria que formar um número. Quem conseguisse formar com os dois palitos o número maior, seria considerado o jogador mais inteligente do mundo e o seu país, com mais chances de alcançar a próxima Copa na África do Sul. Um teste simples, porém exato, garantiam os cientistas da Fifa.

Após uma série de rodadas eliminatórias nos laboratórios suíços da Fifa, sobraram para o teste final os seguintes países, com seus respectivos craques: Ronaldo (Brasil), Tevez (Argentina), Figo (Portugal), Ballack (Alemanha), Materazzi (Itália) e Zidane (França).

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1 – A concentração era total. Quando o presidente da Fifa deu o sinal de largada, o português Figo demonstrou uma incrível agilidade mental. Formou o número dois (2) com dois palitos. Um palito, mais um palito. Dois palitos.

2 – Logo em seguida, quem se manifestou foi o argentino Tevez. Em algarismo romano, formou com os palitos o número cinco (5). Figo, já derrotado, não escondeu sua decepção.

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3 – Imediatamente o alemão Ballack se manifestou: com os dois palitinhos, exibiu o número dez (10), em algarismos romanos. Até aí o Fritz tinha liquidado a fatura.

4 – A alegria do alemão durou pouco. O italiano Materazzi, certo da vitória, comemorou com o hino italiano antes de apresentar o que tinha na mão: botou um palito ao lado do outro e formou com ele o número onze (11).

5 – Materazzi outra vez levou a pior com Zidane. O francês acabou com a festa, demonstrando que é um craque muito inteligente. Em algarismo romano, deu um cabeçada no italiano com o número cinqüenta (50). Um número imbatível, não fosse o craque Ronaldo.

6 – O brasileiro Ronaldo deu uma olhada em torno, coçou demoradamente a bolha no pé e se manifestou cheio de amor pra dar: ?Senhores do júri, no meu Brasil brasileiro esse é o número 69?. Deu Brasil na cabeça