Na coluna de sexta-feira passada, este datilógrafo errou feio. Sem nenhuma ironia, grafou errado o nome da apresentadora Fernanda Stica, a estrela do programa eleitoral do candidato Roberto Requião. Com o nome do pai da moça na cabeça, Natálio Stica – até então a estrela da família -, saiu Natália Stica, como se fosse por ironia. Sem nenhuma ironia – e com as devidas desculpas -, fica o registro.
Aliás, pegando carona no assunto, eis algumas pérolas da seção erramos da Folha de S. Paulo, pra provar que erros assim acontecem nas melhores famílias. O que vai a seguir está rolando na internet e não é nenhuma piada. Foi realmente publicado.
* Diferentemente do que foi publicado na seção de necrologia, caderno São Paulo, nos dias 24/6 (pág. 3- 6) e 25/6 (pág. 3-8), não houve missa de Ricardo Bacanhim Pereira. Ele está vivo. (27.jun.97)
* O quadro da edição de 9/1 de “Ciência”, referente à reportagem “Viagra para mulher”, à pág. 25 do caderno Mais!, indica erroneamente a vagina no local do ânus. No mesmo quadro, o testículo está incorretamente indicado no local do escroto. (14.mar.00)
* Diferentemente do que foi publicado no texto “Artistas periféricos passam despercebidos”, à pág. 5-3 da edição de ontem da Ilustrada, Jesus não foi enforcado, mas crucificado, e a frase “No princípio era o Verbo” está no Novo, não no Velho Testamento. (7.dez.94)
* O nome do maestro Eleazar de Carvalho saiu grafado errado na edição de ontem à pág. 1-9 do caderno Brasil. (5.jul.94) (Saiu sem o v)
* A peste pneumônica é transmitida por gotículas de saliva, diferentemente do que informou o texto publicado na pág. 2-10, no dia 24/09.” (28.set.94)
* O texto afirmava que a doença era transmitida por filhotes de perdiz. Quem editou o texto procurou um sinônimo para perdigoto, que pode significar tanto salpico de saliva como filhote de perdiz.
* Texto de capa do caderno Ilustrada da edição de anteontem grafou incorretamente no primeiro parágrafo a palavra ortografia (saiu hortografia). (25.fev.95)
* Saiu grafado incorretamente na edição de ontem o plural de fuzil-metralhadora. O certo é fuzis-metralhadoras, e não fuzíveis-metralhadoras, como foi publicado na pág. 1-14 de Brasil. (13.set.91)
* O autor de “Dom Quixote de La Mancha” é Miguel de Cervantes, e não Manoel, como saiu publicado no texto “Dom Quixote vira nordestino na Globo”, à página 5 do TV Folha da edição de anteontem. (19.out.99)
* Por erro de digitação, foi grafado poço cartesiano, em vez de artesiano, na página 3-1 de sábado último. (16.fev.94)
* Diferentemente do que foi publicado à página 2-9 de 29 de maio, na reportagem “Estrutura política do Brasil é um desastre”, a região da Califórnia, nos Estados Unidos, onde se concentram as indústrias de computadores é conhecida como Vale do Silício.(18.jun.94) Em inglês, Silicon Valley. Saiu publicado “Vale do Silicone”.
* O músico Carlos Santana é guatemalteco, e não mexicano, como informou reportagem à pág. 4-3 (Ilustrada) de ontem. (12.mar.96)
* Diferentemente do que informou ontem esta seção, o músico Carlos Santana é mesmo mexicano e não guatemalteco.(13.mar.96)
* Diferentemente do que foi publicado na edição de ontem (São Paulo), a rodovia que passa pela cidade de Praia Grande chama-se Pedro Taques, e não Pedro Táxi. (20.nov.99)
* Texto à pág. 4-4 (Esporte) de ontem informou incorretamente que a cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, fica no litoral. (7.abr.00) A Bolívia não tem litoral.
Até quarta-feira, Fernanda Stica: um abraço e parabéns por tanto talento.