A segunda rodada

Um livro de bolso pra não deixar você falando sozinho pelos bares do mundo afora. Se o amigo conceder a honra de sua presença, vamos brindar na quinta-feira, a segunda edição, revista e ampliada, do meu ?Botecário – Dicionário Internacional de Boteco?. Com 130 páginas, não é apenas um dicionário de bolso. Mais que isso, é um manual dos protocolos de boteco, com histórias e causos de boteco.

O Botecário foi criado num boteco, com ajuda dos amigos do boteco, editado por um boteco e, por dez realitos, só ali estará à venda: no bar Ao Distinto Cavalheiro, onde será realizada a festa de relançamento, com a animação do grupo de chorinho do maestro Matoso.

Do boteco, ao boteco, para ser lido no boteco, como se fosse uma piada de boteco, o Botecário é uma espécie de ?Berlitz? do bem beber, com expressões idiomáticas da cultura libativa em 20 línguas, dialetos e patuás. Sem faltar uma língua morta, o latim.

?Beber é boa loucura, mas tem o seu método? – diz no prefácio o escritor Sérgio da Costa Ramos – ?Com léxico, plexo e nexo?. Para rechear a obra de nexo, os companheiros de boteco ilustram esta segunda rodada: estarão presentes os cartunistas Solda, Tiago Recchia, Miran, Orlando e Marco Jacobsen, além da participação especial do escritor e publicitário Ernani Buchmann.

Por se tratar de um boteco a caráter, Ao Distinto Cavalheiro se posta numa esquina: Rua Saldanha Marinho, 894, com Visconde do Rio Branco (Centro).

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Essa segunda edição do Botecário serve de aperitivo para o meu próximo livro – ?A Banda polaca, o humor do imigrante no Brasil Meridional? (Editora Novo Século – SP) – que será lançado no dia 26 de setembro, na Casa Romário Martins, Largo da Ordem.

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