A maquiagem é, com certeza, uma ferramenta eficaz para a autoestima feminina. Além de mexer com nosso lado lúdico e ser uma forma de expressão pessoal, ela ainda ressalta pontos fortes e – por que não? – esconde aquilo que não gostamos.

Mas a quem queremos agradar quando a usamos? Essa é uma pergunta cuja resposta revela-se absolutamente individual. No entanto, ofereço na coluna de hoje alguns caminhos para incitar a reflexão a respeito do assunto em você.

Você e eu sabemos bem que a nossa sociedade impõe muitos padrões às mulheres – de comportamento e também de beleza! Ou seja, parece que se não formos ou estivermos da maneira pré-definida, somos como peixes fora d’água.

Porém, essa realidade complicada está mudando – ainda bem! – graças ao feminismo. Seu conceito, entre muitas outras coisas, prega a liberdade. E é com essa palavrinha mágica que eu convido você a trabalhar a partir de agora.

Se usar maquiagem é para você sinônimo de satisfação pessoal e uma relação saudável com o espelho, use mesmo – e use muito! Por outro lado, se passá-la é fruto do medo do julgamento alheio ou da pressão social, está na hora de repensar.

É claro que as nossas mudanças não acontecem de uma hora para outra – mas buscá-las, mesmo que falhando aqui e ali, faz muito bem! Afinal de contas, como disse antes, nós somos livres e, como tais, merecemos fazer aquilo que mais nos agradar!

Portanto, querida amiga e leitora da coluna semanal do Coisas de Diva: seja, faça e use o que te faz feliz – e não aquilo que os outros esperam de você. Seja para ir à padaria com um batom vermelho lindo ou a um jantar de cara lavada.

Thais Marques