Um grupo de deputados da Assembleia Legislativa do Paraná, comando por Anibelli Neto, por ofício, provoca o Tribunal de Contas a se manifestar sobre a a dívida do Athletico contraída com a Paraná Fomento para construir a Baixada. O mais inusitado é o fundamento manifestação: “Nós precisamos saber quanto o Athletico pagou para o estado do Paraná e quanto está devendo. Estamos escutando que o clube está vendendo atletas por 25 milhões de euros”.

Anibelli comanda um grupo, quer é criar uma situação para provocar uma reação que lhe traga benefício. No fundo, há um objetivo provocativo para atender um interesse pessoal. O Athletico é uma instituição privada e não está submetido à Assembleia ou ao Tribunal de Contas.

Se não fosse o bastante, esses deputados demonstram o despreparo pela ignorância das coisas. A questão é objeto de procedimentos judiciais e os processos estão no núcleo de mediação do Tribunal de Justiça. E é lá que tem que ser resolvido pelo meio consensual ou através de cumprimento de decisão judicial. Um motivo de botequim como esse usado, pode ter muitos significados. Menos o de preocupação com um crédito público, cujo valor, a Justiça está decidindo.

Se não me engano, Anibelli é aquele deputado que se confunde no momento de prestar contas do dinheiro público, que gasta como verba de gabinete.

Era o caso dos atleticanos mandarem uma carta para o deputado perguntando quando que ele vai devolver o dinheiro que pegou a mais, conforme fato que é causa de processo na 3ª. Vara da Fazenda Pública. É isso aí, cara pálida!

Sassá “pantera”

O Coritiba está acreditando que já tem um time. Nos últimos anos, também acreditou que tinha um projeto e um time. Deu no que deu. Sassá, que tem um jeito de Ademar Pantera, fez um gol e já se transformou no “homem”. Ademar Pantera foi um atacante que andou pelo então Belfort Duarte em 1969-1970. Os grandes “Helênicos” que me corrijam, mas pelo que me lembro, Pantera não fez nenhum gol pelo Coritiba. Sassá, pelo menos, já fez um.