Saúde orienta sobre a prevenção da conjuntivite

A Secretaria Municipal da Saúde está orientando a população sobre o aumento dos casos de conjuntivite registrado desde o início do mês nas unidades de saúde. Surtos da doença ocorrem em Foz do Iguaçu e Londrina, no Paraná, e em Estados vizinhos, como Santa Catarina. “Além da prevenção, é preciso saber a conduta adequada no caso de suspeita de conjuntivite”, informou a diretora do Centro de Epidemiologia, Karin Regina Luhm.

Nas cinco unidades de saúde 24 horas estão sendo diagnosticados em torno de 70 casos de conjuntivite aguda por dia ? em fevereiro, a média foi de 10 atendimentos diários. Neste final de semana (14, 15 e 16) foram atendidos 137 casos nas unidades 24 Horas, o equivalente a 3% das consultas. Outras 77 ocorrências foram registradas em outros postos no final de semana, ou seja, 1% dos atendimentos feitos naqueles locais.

De 1º de março até este domingo (16), a Secretaria Municipal da Saúde diagnosticou 985 casos da doençae. “Esses números não caracterizam um surto”, afirmou Karin. “Mesmo assim, as pessoas precisam ficar alertas e saber como se prevenir.” Os profissionais das unidades de saúde já foram orientados para o atendimento.

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, a mucosa que cobre o globo ocular, e pode ser causada por vírus, bactérias ou alergias. Os vírus são os maiores causadores dos surtos da doença, entre eles os adenovírus e enterovírus. Os sintomas da conjuntivite são vermelhidão nos olhos, ardência e sensibilidade à luz, prurido (coceira) e secreção ocular. Raramente ocorrem hemorragias.

“O diagnóstico do tipo da doença, se é viral, bacteriana ou alérgica, deve ser feito por um profissional de saúde, que indicará o tratamento correto para cada caso”, avisa Karin Nas conjuntivites virais, o tratamento é sintomático; nas bacterianas, é indicado o uso de antibióticos.

A conjuntivite viral é transmitida por contato direto ou indireto com a secreção ocular de outra pessoa infectada. São fontes de transmissão o uso comum de toalhas, roupas de cama, objetos pessoais e piscinas com cloração deficiente. A permanência em ambientes aglomerados pode facilitar a transmissão.

Em função do alto risco de contágio, são as seguintes as medidas preventivas e de controle da conjuntivite recomendadas pela Secretaria Municipal da Saúde: higiene pessoal adequada, com lavagem freqünte das mãos; não compartilhar toalhas, roupas de cama, travesseiros e outros objetos de uso pessoal; evitar aglomerações e verificar a cloração de piscinas.

As pessoas com conjuntivite viral diagnosticada devem ficar afastadas de suas atividades – escola ou trabalho – de cinco a sete dias, de acordo com a orientação do médico. É importante lavar as mãos toda vez que uma delas tocar a região dos olhos.

Saúde orienta sobre a prevenção da conjuntivite

A Secretaria Municipal da Saúde está orientando a população sobre o aumento dos casos de conjuntivite registrado desde o início do mês nas unidades de saúde. Surtos da doença ocorrem em Foz do Iguaçu e Londrina, no Paraná, e em Estados vizinhos, como Santa Catarina. “Além da prevenção, é preciso saber a conduta adequada no caso de suspeita de conjuntivite”, informou a diretora do Centro de Epidemiologia, Karin Regina Luhm.

Nas cinco unidades de saúde 24 horas estão sendo diagnosticados em torno de 70 casos de conjuntivite aguda por dia ? em fevereiro, a média foi de 10 atendimentos diários. Neste final de semana (14, 15 e 16) foram atendidos 137 casos nas unidades 24 Horas, o equivalente a 3% das consultas. Outras 77 ocorrências foram registradas em outros postos no final de semana, ou seja, 1% dos atendimentos feitos naqueles locais.

De 1º de março até este domingo (16), a Secretaria Municipal da Saúde diagnosticou 985 casos da doençae. Os profissionais das unidades de saúde já foram orientados para o atendimento.

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, a mucosa que cobre o globo ocular, e pode ser causada por vírus, bactérias ou alergias. Os vírus são os maiores causadores dos surtos da doença, entre eles os adenovírus e enterovírus. Os sintomas da conjuntivite são vermelhidão nos olhos, ardência e sensibilidade à luz, prurido (coceira) e secreção ocular. Raramente ocorrem hemorragias.

“O diagnóstico do tipo da doença, se é viral, bacteriana ou alérgica, deve ser feito por um profissional de saúde, que indicará o tratamento correto para cada caso”, avisa Karin Nas conjuntivites virais, o tratamento é sintomático; nas bacterianas, é indicado o uso de antibióticos.

A conjuntivite viral é transmitida por contato direto ou indireto com a secreção ocular de outra pessoa infectada. São fontes de transmissão o uso comum de toalhas, roupas de cama, objetos pessoais e piscinas com cloração deficiente. A permanência em ambientes aglomerados pode facilitar a transmissão.

Em função do alto risco de contágio, são as seguintes as medidas preventivas e de controle da conjuntivite recomendadas pela Secretaria Municipal da Saúde: higiene pessoal adequada, com lavagem freqünte das mãos; não compartilhar toalhas, roupas de cama, travesseiros e outros objetos de uso pessoal; evitar aglomerações e verificar a cloração de piscinas.

As pessoas com conjuntivite viral diagnosticada devem ficar afastadas de suas atividades – escola ou trabalho – de cinco a sete dias, de acordo com a orientação do médico. É importante lavar as mãos toda vez que uma delas tocar a região dos olhos.