Problemas de ereção em debate

Apesar de atingir, quase 50% da população masculina, a disfunção erétil continua sendo um tabu. Somente a partir de 1994 é que o assunto começou a ser discutido e divulgado. A partir daí, foram feitos grandes investimentos para colocar no mercado remédios para problemas de ereção. O assunto será debatido, hoje, às 20h, no Hotel Bourbon, em Curitiba. Promovido pela Pfizer, que produz o Viagra, e voltado especificamente para a classe médica, o encontro vai debater o problema sob três pontos de vistas: do urologista, do cardiologista e da sexualidade.

Estarão presentes, os médicos Sidney Glina, Andréa Brandão, professora Assistente de Cardiologia da Universidade Estadual do Rio (UERJ), e Moacir Costa, psiquiatra e autor de diversos livros na área e sexualidade.

A disfunção erétil pode aparecer, em qualquer idade, mas em pessoas mais velhas, a incidência é maior. O médico Sidney Glina, chefe do Departamento de Reprodução Humana do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, explicou que existem três tipos de tratamentos, medicamentos orais, como o Viagra, injeções e próteses penianas. Uma preocupação da humanidade, desde dos tempos bíblicos, consta que Davi teria ficado impotente, após ter cometido adultério.

Outro mito é que remédios como o viagra provocariam doenças no coração. Segundo Sidney Glina, os pacientes cardíacos só não poderiam tomar medicamentos que contivessem nitratos.

O problema é que medicamentos como o viagra são vendidos em farmácias, podendo ser usados sem a recomendação médica, inibindo assim problemas que só poderiam ser detectados por especialistas.

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