Equilíbrio emocional reduz aparecimento de doenças

Quase 100% das doenças, de um simples resfriado à aids, têm origem emocional. O fator genético até interfere, mas é a questão emocional que impera. A afirmação é do parapsicólogo e presidente da Associação Nacional dos Terapeutas Naturistas, Edson dos Santos, que abriu, na última segunda-feira, o evento “Caminhos alternativos para conquistar a saúde”, no Sesc Centro, em Curitiba. Foram quatro dias de exposições e palestras, em que a medicina natural ou alternativa – que paralelamente à medicina tradicional vem crescendo e se modernizando -foi amplamente discutida.

De acordo com o parapsicólogo, o grande mal do ser humano é a insegurança, real ou imaginária. “Se uma pessoa estiver emocionalmente bem, diminui muito a possibilidade de ela vir a desenvolver alguma doença”, acredita Santos. “Hoje não se pode desvincular a saúde física da saúde emocional”, acrescenta ele, afirmando que o subconsciente tem de ser programado e reprogramado sempre positivamente. “Não há remédio que funcione se a mente não ajuda.”

O parapsicólogo conta que em meados de outubro do ano passado foi procurado por uma pessoa que suspeitava ter sido infectada pelo vírus HIV. “Ele não tinha coragem de fazer o exame. Emagreceu oito quilos, e começaram a aparecer manchas pelo corpo”, relata o parapsicólogo. Em fevereiro, através de um exame, descobriu que não era portador do vírus, e que os sintomas foram apenas fruto da imaginação.

Mente humana

“Nosso grande enfoque é a mente humana. E a parapsicologia tem como objetivo conhecer a história do ser humano. História essa que começa de 12 a 20 horas depois de concebida a gravidez”, revela o parapsicólogo, que durante dois anos realizou um trabalho junto aos detentos e cujo resultado deverá apontar o grande índice de violência relacionado a rejeições de gravidez.

De acordo com Edson dos Santos, a ameaça de um aborto, por exemplo, pode trazer conseqüências sérias ao indivíduo. “As rejeições durante a gravidez produzem no ser humano insegurança diante da vida. E nossa vida começa no útero humano”, aponta Santos. Ele lembra, no entanto, que não apenas a ameaça de aborto é prejudicial, como a gravidez em momento indesejado ou a rejeição de sexo – a mãe esperava uma menina e nasce um menino. “Toda pessoa que passou por rejeição desenvolve a insegurança. Por isso, a gente costuma dizer que ela é a fonte das doenças”, explica o parapsicólogo, acrescentando que a insegurança se apresenta com vários nomes segundo as circunstâncias e intensidade em que se manifesta: preocupações, ansiedade, medo, tristeza, depressão, síndromes, mágoa, raiva, culpa, vaidade, orgulho, desânimo.

Apesar de todas as pessoas terem insegurança, por menor que seja, Edson dos Santos se mostra otimista. “A grande vantagem que o ser humano tem é que quando ele diz eu quero mudar, ele muda”, finaliza o parapsicólogo.

Serviço – O parapsicólogo e terapeuta naturista Edson dos Santos presta atendimentos de parapsicologia, aconselhamento, massoterapia e acupuntura auricular, com hora marcada. Telefones para contato: (41) 643-4745 e 9973-8710.

Alimentação previne enfermidades

Uma alimentação equilibrada, rica em fibras, cálcio, vitaminas, proteínas, é a receita para ter uma vida saudável. A afirmação, embora pareça lógica, não é seguida na prática. No dia-a-dia, a água ou um suco natural muitas vezes dá lugar ao refrigerante, e o almoço tradicional com arroz, feijão e legumes é substituído por um lanche rápido, repleto de calorias. O que muita gente não sabe é que uma alimentação adequada pode prevenir muitas doenças.

“Durante muito tempo o nutricionista foi evitado. As pessoas tinham medo de fazer uma consulta, porque achavam que o nutricionista iria cortar tudo o que há de bom, como doces, para quem é diabético, e frituras, para quem tem colesterol alto. Mas hoje é diferente, e tentamos fazer a adaptação da dieta conforme o hábito alimentar do paciente e sua rotina de vida”, explica a nutricionista Patrícia Vitória Olmedo, que proferiu a palestra “Alimentação equilibrada, intestino saudável”, na última quarta-feira.

“Não adianta a gente falar para o paciente comer couve se ele não gosta. Temos que fazer adaptações”, salienta. De acordo com a nutricionista, se a alimentação não interfere em 100% na qualidade de vida, o índice é quase perto disso. “É mais do que comprovado que nossa saúde está relacionada à alimentação. E hábitos da infância podem interferir na vida do adulto”, conta.

Um exemplo é o caso da osteoporose, o enfraquecimento dos ossos. “Se a pessoa não garantir reservas de cálcio até os 25 ou 30 anos, depois não reserva mais, e ela pode se tornar uma forte candidata a ter problemas ósseos ou articulares no futuro”, revela a nutricionista. O mesmo se repete com a obesidade: filho de obesos tem 20% mais chances de vir a se tornar obeso também.

Prato ideal

De acordo com a nutricionista, o prato ideal para o almoço é aquele composto por 50% de verduras e legumes crus, cozidos ou refogados, 25% por um grupo das proteínas (carne vermelha, peixe ou frango) e 25% por um grupo de carboidratos (batata, arroz, feijão, macarrão). “O importante é que a pessoa escolha apenas um alimento do grupo, ou seja, se comer macarrão, deixar o arroz e o feijão. Se preferir a batata, não comer macarrão, e assim por diante”, orienta. Segundo ela, a mistura dos alimentos do mesmo grupo podem sobrecarregar o organismo.

Patrícia chama a atenção ainda para o jantar, que deve ser leve e dispensar os carboidratos. “A digestão demora de quatro a oito horas. Se a pessoa almoçou e depois das 18h ingere mais carboidratos, terá sensação de peso, desconforto.” Segundo ela, o ideal é que a pessoa se alimente seis vezes ao dia, mas com refeições leves, à base de muitas frutas e derivados do leite. Ela recomenda ainda a ingestão de dois a três litros de líquidos (incluindo água, sucos, chás) por dia. (LS)

Serviço – A nutricionista Patrícia Vitório Olmedo atende na Rua João Negrão, 380, 10.º andar – sala 101, centro de Curitiba. Telefone para contato: (41) 223-1670.

Emoções que geram e que curam as doenças

1. ENXAQUECA E CEFALÉIAS

Venenos psíquicos:

Preocupação com a auto-imagem, obrigação de ser perfeito, fuga através da tentativa de arranjar uma desculpa para não fazer o que não gosta, medo ou negação sexual, culpa, incerteza e impaciência, necessidade de segurança e proteção, mágoa, raiva, teimosia e mau humor.

Principais vítimas :

As mulheres, as pessoas críticas, metódicas, rígidas, compulsivas e perfeccionistas, o tipo dono da verdade, o apressadinho e irritadiço, o ansioso e o indeciso, pessoas que vivem jogando a culpa nos outros; os incompreendidos e os deprimidos.

Emoções que curam:

Satisfação, confiança, paciência, humildade, amor, decisão e respeito.

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

Toxinas psíquicas:

O hipertenso, via de regra, vive pressionado pelos conflitos internos que ele não consegue verbalizar nem resolver, mantendo-se em constante estado de alerta. Costuma envenenar-se por estresse, tensão, ansiedade e agressividade reprimida, além de amargar rancor, hostilidade, medo e insegurança.

Principais vítimas:

Os perfeccionistas, os que tendem a armazenar problemas mal resolvidos, os mais autoritários, os que apresentam dificuldade de aceitar fracassos, derrotas ou concorrência, os que se sentem constantemente ameaçados e por isso vivem na defensiva.

Emoções que curam:

Alegria, calma, aceitação, flexibilidade, amor, perdão e descontração.

3. DOENÇAS REUMÁTICAS

Venenos psíquicos:

Hostilidade consigo mesmo, necessidade de controlar tudo e todos, carência afetiva, desejo compulsivo de servir, raiva contida, ausência de prazer sexual, sentimento de culpa e autopunição.

Principais vítimas:

Pessoas extremamente benevolentes, como as supermães que fazem mais do podem pelos filhos. O tipo chantagista emocional, indivíduos possessivos, amargurados, ciumentos, controladores, autoritários, rabugentos, ressentidos, manipuladores ou que fazem tudo para agradar, mas cobram caro por isso.

Emoções que curam:

Bondade genuína, responsabilidade, auto-aceitação, auto-respeito, otimismo, amor, coragem, perdão, prazer e bom humor.

4. DOR CIÁTICA

Principais vítimas :

Pessoas que não estão se permitindo sentir prazer. Também não estão vivendo do jeito que gostariam de viver, que se fecham nos sentimentos, aparentando ser algo que não são, criando bloqueios fantasiosos; mágoas do passado.

Emoções que curam:

Autocolaboração no sentido de ser mais realista. Não queira apresentar o que você não é. Deixe fluir a troca de amor com as outras pessoas. Aprenda que as mágoas do passado não justificam seus bloqueios. Não resista à felicidade e aos prazeres que você costumava ter. abra seu coração e seu corpo para a vida, sem sentir medo de fazer o que gosta.

5. DISTÚRBIOS DIGESTIVOS

Venenos psíquicos:

A saúde do estômago pode ficar comprometida por medo, rancor, desconfiança, incerteza prolongada, frustração ou estresse, além da dificuldade de digerir situações novas. Em geral, é atacada pela “fome emocional” e a dificuldade de expressar a carência afetiva, que reprime a agressividade. Os intestinos se fragilizam diante do medo, angústia e agressividade (intestino solto). Já tensão, apego exagerado a pessoas, cargos ou bens materiais, facilidade de engolir a raiva, mau humor, provocam intestino preso. Problemas no cólon podem sinalizar depressão ou auto-agressão.

Principais vítimas:

Os preocupados, ansiosos, controladores e estressados; os que engolem desaforos e não metabolizam o excesso de raiva que fica “corroendo”, por dentro; os “azedos”, os irritadiços e ciumentos, os amargurados, críticos, teimosos e orgulhosos.

Emoções que curam:

Nutrição emocional, amor, pureza, clareza de alma, coragem, doçura, alegria, paz e desapego.

6. VARIZES

A presença de varizes simbolizam que o fluxo dos pensamentos está prejudicado pela revolta de estar sobrecarregado. Com isso ocorre o bloqueio do fluxo da vida, como símbolo de rejeição ao que está vivendo.

Principais vítimas:

Pessoas que não suportam o lugar onde estão; que se sentem fazendo por muito tempo coisas contra sua vontade; pessoas frustradas e irritadas por não conseguir se realizar.

Emoções que curam:

Auto-amor; procurar pensar: “Se não faço o que gosto, vou gostar do que faço”. Abandonar os pensamentos de revolta e ressentimentos contra alguém ou contra sua vida.

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