O dia 12 de outubro, data em que se celebra o Dia das Crianças, é motivo de festa, alegria e comemoração para muitas famílias brasileiras. Infelizmente esta não é a realidade para todos: alguns não podem festejar por falta de recursos, outros por problemas de doença ou relacionamento. E um terceiro grupo fica totalmente fora das comemorações: são os casais que desejariam, mas ainda não conseguiram ter filhos.

Se depois de um ano e meio de um relacionamento normal do casal a criança não foi gerada é porque existe problema de infertilidade. São cerca de 10 milhões de casais inférteis no Brasil, para os quais o Dia das Crianças só faz aumentar a angústia pela falta dos filhos e pelo sentimento de família incompleta.

“Hoje, as estatísticas mostram que cerca de 20% da população mundial de casais tem dificuldades para gerar filhos naturalmente”, diz o principal especialista brasileiro em reprodução humana, o Dr. Roger Abdelmassih médico titular da Clínica e Centro de Pesquisa em Reprodução Humana Roger Abdelmassih, de São Paulo.

Para esses casais, o sentimento de frustração por verem seus amigos com filhos comemorarem o Dia das Crianças, dos Pais, das Mães é muito grande. Como superar essa situação?

“O casal que quer e não consegue a gravidez sente-se frustrado e é comum sentir raiva, isolamento e ressentimento em relação ao companheiro. Às vezes este sentimento leva à depressão e a perda da auto-estima. Procurar orientação médica e receber o apoio dos amigos e da família é muito importante” afirma Roger Abdelmassih.

Felizmente, desde o nascimento de Louise, o primeiro “bebê de proveta”, em 1978, a medicina reprodutiva evoluiu muito e hoje os processos de fertilização assistida possibilitam resolver a grande maioria dos casos de infertilidade. Endometriose, idade avançada, alterações nas trompas, miomas, ovários policísticos são algumas das causas da infertilidade feminina. Do lado masculino há as infecções, varicocele, alterações na qualidade e quantidade dos espermatozóides e alterações hormonais, entre outras. “Cerca de 40% dos problemas de infertilidade do casal resultam da associação dos problemas da mulher e do homem e não de apenas um deles”, explica o Dr Abdelmassih.

“Quando os dois resolvem em conjunto buscar uma solução, sem preconceito de nenhum dos lados, as chances de uma gravidez são sempre maiores” afirma o especialista. “Embora, por razões culturais, se costuma atribuir apenas à mulher o sonho de ter filhos, o comportamento dos homens está mudando. Hoje eles vivenciam, lado a lado com a mulher, cada etapa do tratamento de fertilização in vitro e, em 95% dos casos estão presentes na primeira consulta. Há cinco anos, esse índice era de apenas 50%” complementa Abdelmassih.

Dispondo de um corpo científico e médico altamente especializado e utilizando as mais modernas e eficientes técnicas de reprodução assistida, a Clínica e Centro de Pesquisas Roger Abdelmassih, a maior da América do Sul, foi responsável pela introdução no Brasil de várias tecnologias e procedimentos de ponta no combate à infertilidade. São realizados cerca de mil ciclos de fertilização por ano, com uma taxa de gravidez que atinge 55% por tentativa – uma das mais altas do mundo, em mulheres de até 35 anos de idade.