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Esposa acusada de matar PM diz que era obrigada a ir a casas de swing

Francielle disse que era obrigada a ir a casas de trocas de casais e manter relações sexuais com outros homens. Quando chegava em casa, alega que era obrigada a fazer sexo anal com o marido.

  • Por Giselle Ulbrich
Francielle foi presa pela DHPP e ficou detida no Complexo Médico Penal, mas foi solta na quinta-feira (10). Foto: Giuliano Gomes

As alegações feitas por Francielle Carolina Moscaleski, 26 anos, acusada de matar o próprio marido, o tenente da Polícia Militar Cássio Ormond Araújo, no final do mês passado, podem causar uma mudança nos rumos do caso. De homicídio qualificado (por um disparo acidental), o caso pode virar uma legítima defesa (homicídio doloso), calçada na Lei Maria da Penha, Os advogados afirmam que Francielle era vítima de estupro e assédio psicológico permanente. Ela estava presa no Complexo Médico Penal (CMP) e foi solta ontem, por determinação da juíza Mychelle Pacheco Cintra Stadler, da 1.ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba.

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A juíza já recebeu a denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), contra Francielle, e o inquérito virou ação penal. Conforme o que alega a defesa no processo, os advogados Luciano Borges e Samir Mattar Assad, o tenente a estuprava constantemente, obrigando Francielle fazer sexo anal contra vontade. Inclusive, diz a defesa, isso teria ocorrido no dia do crime, o que fez Francielle se desvencilhar do agressor, pegar a arma do marido e atirar nele como defesa. Os advogados solicitaram exame de conjunção carnal para comprovar a agressão. Francielle fez exame e o laudo deverá ser juntado à ação.

Ainda conforme os defensores, Francielle era obrigada a ir a casas de swing (troca de casais) e manter relações sexuais com diversos homens na frente do marido. Quando chegava em casa, seria obrigada a fazer sexo anal com ele. Também teria sofrido pressões psicológicas e teria sido proibida de manter contato com a família, amigos e até a psiquiatra.

Dopada

Foto: Reprodução

Defesa diz que Francielle estava sob efeito de medicamentos quando confessou o crime à polícia. Foto: Reprodução

Outro pedido solicitado pela defesa, acatado pela Justiça, foi um exame de sangue, para comprovar que a ex-bombeira estava sob efeito de medicamentos, o que teria interferido no seu depoimento à polícia, quando confessou o disparo acidental. Francielle realizou o exame e aguarda-se o laudo. Com base nisto, a defesa pediu que a mulher fosse novamente interrogada pela polícia, sem estar sob efeito dos medicamentos, ainda antes do inquérito ser encerrado, para poder dar esta nova versão dos fatos.

No entanto, acusam os advogados, a polícia ateve-se apenas a ter a confissão de disparo acidental de Francielle, para encerrar as investigações logo e dar uma “resposta rápida” à comunidade militar, exaltada por causa do assassinato do colega de farda. O inquérito, dizem os defensores, foi concluído sem sequer citar os exames a que Francielle foi submetida. O delegado Fábio Amaro, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que como o caso já virou ação penal, não irá se pronunciar.

Negados

Os advogados solicitaram que a juíza não aceitasse a denúncia (e o inquérito policial virasse ação penal), antes que a ex-bombeira fosse novamente interrogada, sem o efeito dos remédios, para expor sua versão dos fatos, ou antes que os laudos dos exames a que ela foi submetida (sangue e conjunção carnal) fossem juntados ao processo. Mas a juíza negou antecipar o interrogatório, solicitando que fossem seguidos os procedimentos previstos no Código de Processo Penal, onde o réu geralmente é o último a ser ouvido.

Depois de ser solta ontem, Francielle passou a noite com a família. Ela terá de comparecer bimestralmente em juízo para comprovar suas atividades e endereço; não se ausentar da cidade sem autorização; não praticar nenhum outro crime; e não se aproximar das testemunhas até a data das oitivas destas pessoas (os dois policiais da Delegacia de Homicídios que atenderam o local de crime; três dos seus vizinhos, que a acudiram quando ela começou a pedir socorro; e o pai do tenente Cássio, que chegou ao local mais tarde).

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59 Comentários em "Esposa acusada de matar PM diz que era obrigada a ir a casas de swing"


Osmar Dito
Osmar Dito
2 meses 4 dias atrás

Essa moçoila cada vez tem uma versão nova para o caso…agora dizer que era obrigada a frequentar casa de swing…para né filha…porque não se divorciou? Isso é conversa pra boi dormir.

Roberto Roberto
Roberto Roberto
2 meses 5 dias atrás

Ninguém deve ser obrigado a fazer o que não quer, mesmo que seja o cônjuge.

Edson Carlos
Edson Carlos
2 meses 4 dias atrás

Acorda Robertão ! Tua mulher te obrigaria a ir numa casa de suingue se vc nao estivesse a fim ??

Mário
Mário
2 meses 2 dias atrás

O cara pode coloca em uma arma na cabeça e tentará estutprae, é uma situação . Agora obrigar um ser humano a ir a um estabelecimento comercial e outra
Conversas fiada

Mário
Mário
2 meses 5 dias atrás

Ninguém da o direito de assasinar o cônjuge e depois vir com histórinha

pedro de oliveira oliveira
pedro de oliveira oliveira
2 meses 5 dias atrás

Agora ela pode falar o que quiser o morto não pode se defender, eu me admiro essa juizinha acreditar nela.

Mário
Mário
2 meses 5 dias atrás

Morto só ajuda a identificar a própria morte e nao. OS culpados . Culpar o falecido depois de morto e mutio fácil

Cesar 1963
Cesar 1963
2 meses 9 dias atrás

Não entendo o porque da tribuna insistir em falar que ela era Bombeira ou ex Bombeira será que o jornal quer constranger as militares do que realmente fazem parte do Corpo de Bombeiros!

Gorkius
Gorkius
2 meses 7 dias atrás

Com esse chassi de Kombi, dúvido mesmo que ainda seria bombeira. Que ofensa as belas BM do Paraná.

Mário
Mário
2 meses 6 dias atrás

Foi bombeira
O mais inexplicável e pq não explicam o por que de ser expulsa da academia de oficiais

Mário
Mário
2 meses 9 dias atrás

Sim
Ela ja foi , já foi . Já era. NAo rem que lembrar mais

EL PODEROSO TORNADO!
EL PODEROSO TORNADO!
2 meses 9 dias atrás

Ela vai ter que provar isto e com testemunhas, só o depoimento dela não valerá muito, afinal existem mulheres que gostam de orgias e sexos anal.

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